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  Notícias sobre Saúde  
     
     
  Saiba mais sobre o colesterol e aprenda a controlá-lo  
     
     
 

Um dos males que atinge principalmente quem já passou dos 40 é o colesterol, um dos maiores vilões da saúde do coração. De acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia, 12% da população brasileira sofre de colesterol total (HDL e LDL) alto (acima de 240). Além disso, só no Brasil, 300 mil pessoas morrem por ano em decorrência de doenças cardiovasculares.

 
   
  Leonardo Wen/Folha Imagem
 

Livro mostra o que é preciso para ter uma vida mais equilibrada e longe de doenças

   
 

O livro "Saúde" , da série "Bem-Estar", editado pela Publifolha traz informações completas sobre o que é colesterol, como combater este mal e indica uma dieta balanceada. Além disso, o volume explica o funcionamento do sistema cardiovascular e ensina como manter o nível do bom colesterol, chamado de HDL.

O volume ainda aborda outros temas relacionados à saúde, como problemas de visão, hormônios, exercícios, estresse e sono.

Veja abaixo trecho do livro que explica o colesterol e indica os níveis saudáveis.

O QUE É COLESTEROL?

Colesterol é uma substância semelhante à gordura, presente apenas em alimentos de origem animal. Sintetizado no fígado, seu transporte é feito pelo sangue para todas as células do corpo. Não podemos viver sem o colesterol, pois entre suas funções está o desenvolvimento e a composição das paredes celulares. Portanto, ele é vital para a estrutura e função de todas as células. Também é necessário para a formação dos hormônios sexuais, ácidos biliares e vitamina D.

O colesterol circula por todo o corpo e, por ser um tipo de gordura (lipídio), não é solúvel no sangue. Por
isso, para se movimentar, utiliza moléculas transportadoras, feitas de proteínas. Quando essas moléculas se juntam com o colesterol, formam um composto chamado de lipoproteínas.

A densidade dessas lipoproteínas é determinada pela quantidade de proteína contida na molécula. O colesterol "ruim" é o de lipoproteína de baixa densidade (LDL). O colesterol "bom" é o de lipoproteína de alta densidade (HDL). A função do LDL é transportar o colesterol pelo organismo. Ao chegar a seu destino, ele é depositado para reparar as membranas celulares. Assim, acontece um acúmulo de colesterol nas paredes das artérias. Ao HDL cabe o papel de transportar o colesterol para o fígado, onde ele é fracionado e removido do organismo.

Certas quantidades de gordura são essenciais para a manutenção da saúde e, normalmente, o corpo tende a produzir quantidade suficiente. O fígado processa cerca de 80% do colesterol sangüíneo. Os demais 20% chegam pelos alimentos de origem animal, como carnes, leite integral, queijos amarelos, manteiga e ovos. A ingestão de colesterol não deve ultrapassar 300 mg por dia. Por isso a preocupação com seu consumo na alimentação. Algumas doenças, como o diabetes, também contribuem para o aumento das taxas de gordura.

O excesso de colesterol provoca depósitos de gordura nas paredes das artérias, endurecendo-as e entupindo-as lentamente. O diâmetro das artérias fica menor, implicando a diminuição do afluxo de sangue até o coração, o que aumenta o risco de ataques cardíacos, AVC e outras doenças arteriais graves.

Níveis de colesterol superiores a 190 mg/dL (miligramas por decilitro) são considerados altos. Infelizmente, as altas taxas de colesterol no organismo, porém, não mandam avisos prévios. Os sintomas só aparecem depois que as placas já se formaram. Para evitar que isso ocorra, o ideal é fazer exames periódicos a fim de controlar o nível de colesterol no organismo.

Olha o nível!

Para conhecer a taxa de colesterol, é preciso submeter-se a um exame de sangue. Hoje, o limite aceitável é de 160 mg/dL para pessoas que não apresentam fatores de risco de infarto e derrame. A faixa-limite é entre 200 e 240 mg/dL. Acima disso, o risco de ter obstruções nas artérias e problemas cardíacos aumenta. Para quem já tem histórico cardíaco complicado, recomenda-se que a taxa de colesterol ruim não ultrapasse 130 mg/dL. Dieta balanceada, prática de exercícios físicos e uso de remédios específicos são recomendados.

Dentre os medicamentos mais usados para controle do nível de colesterol estão as estatinas (que surgiram
na década de 80 e revolucionaram a prevenção e o tratamento do colesterol alto, mas que podem causar problemas nos rins e no fígado). Atualmente, as estatinas vêm sendo combinadas a um outro remédio, a ezetimiba, um bloqueador de absorção do colesterol pelo intestino, para resultados rápidos com menos risco de efeitos colaterais. A dose diária mais freqüente recomendada pelos médicos é de 20 miligramas de estatina com 10 miligramas de ezetimiba.

Indivíduos com doenças coronárias ou diabetes devem manter a taxa abaixo de 100 mg/dL. Com mais de dois fatores de risco, o nível deve ficar abaixo de 70 mg/dL.

Em algumas situações, tais como diabetes melito, níveis elevados de triglicérides são também um indicador do aumento do risco de doença cardiovascular.

Os níveis de colesterol devem ser analisados em todos os adultos acima dos 20 anos. A presença de fatores de risco cardíaco não-lipídicos também tem de ser determinada.O HDL é mensurado ao avaliar-se o colesterol. Um nível abaixo de 35 mg/dL é considerado baixo. Um HDL alto - acima de 60 mg/dL - pode ser protetor e tratado como fator de risco negativo.

O LDL desejável é de até 130 mg/dL. Os pacientes nesse grupo precisam receber informação geral sobre dieta e fatores de risco, e os níveis de colesterol total de HDL devem ser reavaliados em cinco anos.

   
  da Folha Online
   
   
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