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  Notícias sobre Saúde  
     
     
  Elevar colesterol bom reduz risco de infarto em diabéticos  
     
 

Aumentar os níveis do colesterol associado às lipoproteínas de alta densidade (HDL), conhecido como "colesterol bom", reduz o risco de ataque cardíaco e derrame cerebral nos pacientes com diabetes, segundo um estudo publicado na sexta-feira (7) na edição digital do "American Journal of Cargiology".

O estudo examinou os expedientes médicos de mais de 30 mil pacientes com diabetes e constatou que aqueles com baixos níveis de colesterol HDL sofrem mais infartos e derrames que o restante.

Os pesquisadores focaram em pacientes com diabetes, pois eles formam o grupo mais propenso a sofrer problemas cardíacos, quase 87% a mais que o restante da população, segundo um estudo do projeto Framingham da Universidade de Boston publicado em 2008.

Embora se saiba que diminuir os níveis de colesterol ligado às lipoproteínas de baixa densidade (LDL, ou "colesterol ruim") reduz o risco de ataques cardíacos, a relação entre o "colesterol bom" e as doenças de coração são menos claras.

"Nosso estudo acrescenta evidências de que aumentar os níveis HDL pode ser uma estratégia importante para reduzir o risco de ataque cardíaco", aponta o médico Gregory Nichols, principal autor do estudo, vinculado ao centro de pesquisas Kaiser Permanente de Portland, em Oregon.

Os cientistas analisaram duas medidas dos níveis de colesterol HDL obtidas com uma diferença de 6 a 24 meses.

Segundo a pesquisa, 61% dos pacientes não apresentaram mudanças significativas dos níveis HDL, 22% mostraram aumento de pelo menos 6,5 miligramas por decilitro de sangue e 17% dos casos indicaram baixa de pelo menos a mesma quantidade.

Após obter os níveis de colesterol, os pesquisadores monitoraram os pacientes durante oito anos para constatar se foram hospitalizados por ataque cardíaco ou derrame cerebral.

Os pacientes cujos níveis de HDL cresceram tiveram 8% a menos essas duas doenças que aqueles cujos níveis permaneceram estáveis.

Pelo contrário, os que experimentaram uma queda de "colesterol bom" tiveram 11% a mais de ataques e derrames.

Esse estudo foi de observação, ou seja, os pesquisadores não intervieram para alterar os níveis de HDL.

 
     
     
  DA EFE  
     
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