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  Artigos Escritos  
     
     
 

RELAÇÃO ENTRE FORÇA MUSCULAR DE MEMBROS INFERIORES E FUNCIONALIDADE EM INDIVÍDUOS IDOSOS

 
     
 

Daniel J. Simon Neto1, Célia M.N.F. Araújo1, Sergio A. Junior1, Leandro L.S. Pietro1, Hélcio Kanegusuku2, Cláudia L.M. Forjaz2.

 
     
  1. Recanto dos Velhinhos de Valinhos; 2.EEFE-USP.  
     
     
 

Introdução: O envelhecimento se acompanha da redução da força muscular, o que pode comprometer a capacidade de execução das atividades da vida diária dessa população. Desta forma, o objetivo deste estudo foi investigar a relação entre a força muscular de membros inferiores e outros parâmetros de aptidão física relacionados à funcionalidade de idosos institucionalizados.

 
   
  Metodologia: 41 idosos (79±1anos), residentes e frequentadores de uma Instituição de Longa Permanência (“Recanto dos Velhinhos de Valinhos”), participaram de uma bateria de testes envolvendo a avaliação da força de membros inferiores (levantar da cadeira por 30s). Além disso, foram avaliadas as capacidades motoras de força de membros superiores (flexão de cotovelo por 30s), flexibilidade de membros inferiores (teste de sentar e alcançar), equilíbrio (apoio unipedal) e resistência aeróbica (caminhada de 6 min). Foi também avaliado o desempenho em testes mais complexos envolvendo diferentes capacidades motoras - teste time “up & go” (agilidade+equilíbrio) e  a caminhada em circuito com diferentes graus de instabilidade no menor tempo possível (velocidade+agilidade+equilíbrio). Foi aplicada a correlação de Pearson, considerando-se P<0,05.
   
  Resultados: A força muscular de membros inferiores não se correlacionou com o equilíbrio (perna esquerda r=0,075 e perna direita r=0,109, P>0,05) e a flexibilidade de membros inferiores (r=0,174, P>0,05). Porém, houve correlação significante e positiva dessa força com a força de membros superiores (r=0,537, P<0,05) e com a resistência aeróbica (r=0,447, P<0,05). Além disso, houve correlação negativa entre a força de membros inferiores e o tempo despendido na execução do teste “time up & go” (r=-0,521, P<0,05) e do circuito de caminhada (r=-0,449, P<0,05).
   
  Conclusão: A força de membros inferiores, apesar de não se associar a maior capacidade de equilíbrio e flexibilidade, se associa a um melhor desempenho em tarefas complexas, como o teste up & go e o circuito de caminhada com instabilidade, que se aproximam das tarefas cotidianas, o que sugere a importância da manutenção de níveis adequados de força em idosos.
   
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Daniel Simon

     
     
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