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  Artigos Escritos  
     
     
 

Longevidade Funcional

 
     
     
 

Numa sociedade caracterizada pelos avanços tecnológicos que facilitam a nossa vida, o homem contemporâneo, do ponto de vista de suas funções corporais (levantar, sentar, caminhar, carregar, puxar, girar, empurrar, subir e descer escadas, etc...), utiliza cada vez menos suas potencialidades, e a maior parte da população é parcial ou completamente inativa.


O problema a ser resolvido pelos indivíduos em processo de envelhecimento refere-se à qualidade com que serão vividos os anos que o aumento na expectativa de vida proporcionou. A manutenção das capacidades físicas é fundamental para que os indivíduos envolvidos neste processo possam viver de forma autônoma e independente pelo maior tempo possível, proporcionando dessa forma um aumento na sua longevidade funcional.


Estatísticas indicam que os idosos americanos vivem uma média de 11,7 anos com incapacidades físicas crônicas que limitam as atividades cotidianas, e o cuidado com as pessoas que perderam a independência gera um custo anual aproximado de 26 bilhões de dólares aos Estados Unidos, valor este que tende a aumentar significativamente nos próximos anos, devido ao crescimento desta parcela da população.


As ações preventivas deverão ser prioritárias, pois uma boa parte da perda da função física relacionada com o envelhecimento pode ser evitada, ou pelo menos reduzida, se houver maior ênfase na prática regular de exercícios físicos ao longo da vida. Para os idosos que já apresentam declínios físicos relacionados ao processo de envelhecimento, as estratégias de intervenção deverão objetivar a reabilitação ou, no mínimo, a manutenção das capacidades ainda existentes.


A elaboração de um programa de exercícios físicos a ser desenvolvido pelos indivíduos idosos deverá contemplar uma combinação de treinamento aeróbio, treinamento de força e resistência musculares, de flexibilidade e de equilíbrio.

Vários estudos recentes ressaltam a importância que o exercício físico desempenha no processo de incapacidade e os benefícios que sua prática proporciona nos níveis de aptidão física (equilíbrio, capacidade cardiorrespiratória, flexibilidade, força e resistência muscular), que são fundamentais para que o idoso possa conseguir realizar as atividades normais do cotidiano com segurança, independência e sem fadiga injustificada.


Recentemente, um novo método de treinamento foi idealizado com o objetivo de proporcionar aos indivíduos idosos mais uma possibilidade para a prática de exercícios físicos. Os chamados parques da longevidade ou circuitos funcionais são formados por um conjunto de aparelhos dispostos ao ar livre, que reproduzem os movimentos do cotidiano, visando resgatar ou aprimorar a eficiência destes movimentos, além de a sua prática regular melhorar os níveis de vários componentes da aptidão física.


Independente da idade ou do nível de fragilidade, praticamente todos os idosos submetidos a um programa regular de exercícios físicos podem obter benefícios fisiológicos e funcionais.  Somente com o uso correto das ferramentas disponíveis no momento que propiciam um bom envelhecimento, além das ações preventivas e continuadas ao longo da vida, estaremos minimizando os riscos de incapacidades que se associam a este processo.

 
   
   
 

Daniel Simon

"Toda parte do corpo se tornará sadia, bem desenvolvida e com envelhecimento lento se exercitadas; no entanto, se não forem exercitadas, tais partes se tornarão suscetíveis a doenças, deficientes no crescimento e envelhecerão precocemente”.

Hipócrates

   
   
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